(foto: gaivota sobrevoando a escultura de homenagem a Nelson Mandela, Figueira da Foz)
No início era… não sei. Mas no final será a liberdade! Ou, em vez dela, a mágoa de não a ter conquistado, de não ter conseguido construí-la durante uma vida.
(foto: estabelecimento prisional de Lisboa)
Os muros e o arame farpado limitam o que em nós anda, não o que em nós voa.
As grades, as pontes e também o olhar que alcança porque deseja, são condição daquela possibilidade de nos superarmos a que chamamos liberdade.
É no espaço interno que da luz, filtrada pelas grades, se forma a imagem.






