Este homem, ainda jovem, barbado e desgrenhado, por dentro e por fora, vociferava com fantasmas seus com que se cruzava no seu andar errático. Gritava-lhes, como quem está zangado, num francês áspero que parecia procurar um qualquer sentido no vazio, como que a mostrar-nos quão frágil é esse equilíbrio, tecido em filigrana, a que chamamos saúde mental.
