Na Fundació Joan Miró é fácil deixarmo-nos tocar pela criatividade, pela relação infantil com a realidade, pela alegria, pela irreverência deste desempoeirador de mentes. Já não seria suposto que o espaço envolvente se deixasse tocar com a mesma facilidade. Mas ali, entre as obras expostas, até as formas caprichosas que os vidros das janelas escolhem quando se partem parecem ter sido inspiradas pelo mestre. Em nenhum outro lugar os vidros se partem assim.
